Caros leitores,
Finalmente uma verdade sobre o assunto do abordo tão divulgado nas últimas semanas pela elite conservadora brasileira veio a tona no dia de hoje. Uma aluna da excelentíssima primeira dama de São Paulo, Mônica Serra (esposa do governador José Serra), declarou que a mesma afirmou ter realizado um abordo no quarto mês no ano de 1992.
Quanta cara de pau por parte do presidenciável em difundir tal coisa atribuindo isto a candidata do PT, quando na verdade o mesmo é que não só é a favor como também é réu. Pois não opinou mas de fato fez, participou.
Agora pergunto, cadê os moralistas dos pastores e padrecos?! Cadê aqueles que pediram para votar em Serra, como o Pr. Silas Malafaia? Cadê pastoreco? O que dizer do seu candidato fajuto que é adepto e participante ativo do ABORTO?! Vai pedir para seus fieis votar em Serra ainda?! Falsos profetas. Túmulos Caiados. Por fora muita beleza, por dentro podridão.
Quero saber aonde vão colocar a cabeça os pastores e padres que foram a público difamar a Dilma!
O Brasil é muito inocênte em crer que quem governa é uma pessoa, e não um partido ou no caso uma coligação inteira. A direita, elitista, preconceituosa, anti-nordestina, não perde por esperar o resultado das urnas dando a Dilma uma vitória esmagadora!
Quem pensar diferente que me envie um e-mail ou que comente a matéria. Sou aberto a opiniões contrárias.
BLOG COM ESPAÇO PARA A DISCUSSÃO E EXPOSIÇÃO DAS OPINIÕES DA MAIORIA OPRIMIDA E INERTE AO SISTEMA POSTO.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Dos presidenciáveis, Serra é quem tem mais processos
Dos presidenciáveis, Serra é quem tem mais processos
Levantamento do Congresso em Foco analisou todas as 222 certidões que foram entregues ao TSE pelos nove candidatos à Presidência e seus vices. Temer, vice de Dilma, responde a três ações judiciais
Dos presidenciáveis e seus vices, Serra, Temer e Eymael são os três que apresentaram certidões judiciais positivas
Autor da matéria: Thomaz Pires
Levantamento do Congresso em Foco analisou todas as 222 certidões que foram entregues ao TSE pelos nove candidatos à Presidência e seus vices. Temer, vice de Dilma, responde a três ações judiciais
Dos presidenciáveis e seus vices, Serra, Temer e Eymael são os três que apresentaram certidões judiciais positivas
Autor da matéria: Thomaz Pires
Levantamento do Congresso em Foco sobre as certidões judiciais dos presidenciáveis mostra que o tucano José Serra é quem mais responde a processos. De acordo com as certidões que ele mesmo apresentou, são 17 processos declarados à Justiça Eleitoral. Ao todo, foram analisadas as 222 certidões entregues ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos nove postulantes à Presidência da República e respectivos vices. Michel Temer (PMDB), vice da candidata petista Dilma Rousseff, aparece com três ações judiciais. José Maria Eymael, candidato a presidente pelo PSDC, tem duas certidões positivas. Os demais candidatos à Presidência apresentaram certidões negativas, ou seja, que informam não haver processos contra eles.
Uma norma da legislação eleitoral obriga todos os candidatos a cargos eletivos a apresentarem, no ato do registro das suas candidaturas, certidões que informem a sua situação judicial, se respondem a processos e qual a situação de cada um deles. Sonegar essas informações, conforme a legislação, implica crime eleitoral. A novidade neste ano é que as declarações tornaram-se públicas, e estão sendo divulgadas na página do TSE.
Improbidade administrativa
Na disputa presidencial, o caso que mais chama atenção é o de Serra. Além das 17 certidões positivas, ele soma três processos ativos, todos por improbidade administrativa. Os casos correm na Justiça Federal do Distrito Federal e referem-se ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer).
O Proer foi um programa implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real. Na época, Serra era o ministro do Planejamento. As ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao Proer. Os nomes mais conhecidos são Serra e do então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outras decisões - relacionadas com o Proer - adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Conforme verificado, já houve uma decisão monocrática (ou seja, de um único juiz) em favor da denúncia. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerou que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.
O candidato do PSDB à Presidência da República também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça do estado de São Paulo e se encontram em andamento.
O Congresso em Foco entrou em contato telefônico com a assessoria de José Serra, por duas vezes, nos últimos dias, para colher alguma manifestação do candidato sobre o assunto. A reportagem também encaminhou por e-mail uma mensagem detalhada, listando todos os casos, e solicitando esclarecimentos.
Não houve qualquer retorno.
Desbloqueio de poupança
O vice de Dilma e atual presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, apresentou certidões que apontam para a existência de três processos. Conforme a verificação nas certidões, o candidato foi o autor de pelo menos um dos processos: uma ação para desbloqueio de poupança na época do governo Fernando Collor.
Logo no início de seu governo, Collor, para conter a inflação, bloqueou valores que estavam nas contas e nas poupanças das pessoas. Temer recorreu à Justiça para liberar os recursos, mas o Banco Central recorreu. Com isso, o candidato passou da condição de requerente para querelado no processo em andamento na Justiça.
Nos outros dois processos que constam das certidões apresentadas pelo peemedebista, um é tratado como “caso eliminado”, não se oferecendo qualquer outro detalhe, e o outro como apelação civil ajuizada contra deputados da bancada paulista na Câmara dos Deputados, também sem detalhes.
A assessoria de imprensa do candidato afirma que todos os casos estão transitados em julgado, isto é, percorreram todas as instâncias judiciais e já foram objeto de julgamento, não oferecendo qualquer risco para o candidato. Ainda de acordo com a assessoria, a declaração apenas cumpre uma formalidade da Justiça eleitoral.
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=33999
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
CNT/Sensus: Dilma lidera pesquisa com 41,6%; Serra tem 31,6%
Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou nesta quinta-feira (5) liderança da petista Dilma Rousseff na corrida presidencial. Ela registra 41,6% da preferência do eleitorado, ao passo que o tucano José Serra, seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, tem 31,6%. A ex-ministra Marina Silva (PV), por sua vez, aparece com 8,5% dos votos, conforme o levantamento.
Na pesquisa anterior CNT/Sensus, divulgada no dia 17 de maio, Dilma aparecia com 35,7% e Serra com 33,2%. Apesar da vantagem numérica da ex-ministra, o resultado configurava um empate técnico entre os dois candidatos, já que a margem de erro da pesquisa era de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. De maio para cá, Dilma subiu mais de cinco pontos e Serra oscilou para baixo dentro da margem de erro.
Na simulação espontânea, quando o entrevistado aponta seu candidato a presidente sem ter acesso a uma lista com possíveis candidatos, Dilma Rousseff também ocupa a posição dianteira, com 30,4%. Neste cenário, José Serra tem 20,2% e Marina Silva outros 5,0%. José Maria Eymael (PSDC) tem 3,0%. Votos brancos e nulos são 3,8%. Eleitores indecisos são 27,9%. Apesar de não poder concorrer, o presidente Lula foi citado por 5,0% dos entrevistados.
Em um eventual segundo turno, Dilma Rousseff venceria o tucano José Serra por 48,3% contra 36,6%. Neste contexto, os votos brancos e nulos chegam a 5,7%. Os eleitores indecisos são 9,6%.
Se disputar contra a verde Marina Silva, Dilma também sairia vitoriosa com 55,7% da preferência do eleitorado. A ex-ministra do Meio Ambiente teria 23,3%. Brancos e nulos são 9,4%. Eleitores que não sabem em quem votariam são 11,7%.
Em uma terceira hipótese de José Serra e Marina Silva se enfrentarem em um eventual segundo turno, o tucano teria 50,0% dos votos, ao passo que a senadora teria 27,8%. Os brancos e nulos neste caso são 9,9%. Eleitores indecisos contabilizam 12,4%.
O levantamento CNT/Sensus mediu ainda o nível de rejeição dos três principais presidenciáveis. José Serra lidera este quesito com 30,8%, seguido de Marina Silva, com 29,7%, e de Dilma Rousseff, com 25,3%. A expectativa de vitória para as eleições presidenciais, independentemente de em quem o eleitor vai votar, dá liderança, de acordo com a pesquisa CNT/Sensus, para Dilma Rousseff, com 47,1%. Serra aparece com 30,3%, e Marina Silva tem expectativa de vitória de apenas 2,2%.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, a abertura de dez pontos percentuais de Dilma em relação a Serra representa uma ampliação do conhecimento pessoal da petista e a aquisição de uma "própria identidade" como política, não mais exclusivamente dependente da popularidade de Lula. "Já está adquirindo identidade própria. Foi sendo mais conhecida e hoje não é uma desconhecida (como antes)", disse Guedes.
Encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, a pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 29 de julho de 2010, sob o número 21411/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Na pesquisa anterior CNT/Sensus, divulgada no dia 17 de maio, Dilma aparecia com 35,7% e Serra com 33,2%. Apesar da vantagem numérica da ex-ministra, o resultado configurava um empate técnico entre os dois candidatos, já que a margem de erro da pesquisa era de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. De maio para cá, Dilma subiu mais de cinco pontos e Serra oscilou para baixo dentro da margem de erro.
Na simulação espontânea, quando o entrevistado aponta seu candidato a presidente sem ter acesso a uma lista com possíveis candidatos, Dilma Rousseff também ocupa a posição dianteira, com 30,4%. Neste cenário, José Serra tem 20,2% e Marina Silva outros 5,0%. José Maria Eymael (PSDC) tem 3,0%. Votos brancos e nulos são 3,8%. Eleitores indecisos são 27,9%. Apesar de não poder concorrer, o presidente Lula foi citado por 5,0% dos entrevistados.
Em um eventual segundo turno, Dilma Rousseff venceria o tucano José Serra por 48,3% contra 36,6%. Neste contexto, os votos brancos e nulos chegam a 5,7%. Os eleitores indecisos são 9,6%.
Se disputar contra a verde Marina Silva, Dilma também sairia vitoriosa com 55,7% da preferência do eleitorado. A ex-ministra do Meio Ambiente teria 23,3%. Brancos e nulos são 9,4%. Eleitores que não sabem em quem votariam são 11,7%.
Em uma terceira hipótese de José Serra e Marina Silva se enfrentarem em um eventual segundo turno, o tucano teria 50,0% dos votos, ao passo que a senadora teria 27,8%. Os brancos e nulos neste caso são 9,9%. Eleitores indecisos contabilizam 12,4%.
O levantamento CNT/Sensus mediu ainda o nível de rejeição dos três principais presidenciáveis. José Serra lidera este quesito com 30,8%, seguido de Marina Silva, com 29,7%, e de Dilma Rousseff, com 25,3%. A expectativa de vitória para as eleições presidenciais, independentemente de em quem o eleitor vai votar, dá liderança, de acordo com a pesquisa CNT/Sensus, para Dilma Rousseff, com 47,1%. Serra aparece com 30,3%, e Marina Silva tem expectativa de vitória de apenas 2,2%.
Na avaliação do diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, a abertura de dez pontos percentuais de Dilma em relação a Serra representa uma ampliação do conhecimento pessoal da petista e a aquisição de uma "própria identidade" como política, não mais exclusivamente dependente da popularidade de Lula. "Já está adquirindo identidade própria. Foi sendo mais conhecida e hoje não é uma desconhecida (como antes)", disse Guedes.
Encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, a pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 29 de julho de 2010, sob o número 21411/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
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Primeiro debate entre presidenciáveis tem Candidato do PSOL como vencedor

Realizado ontem, 05/08/2010, o primeiro debate entre os quatro presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas, na TV Bandeirantes teve como vencedor - na minha opinião - o Sociólogo Plínio Arruda Sampaio do PSOL.
Demonstrando firmeza ao lado das causas sociais e clareza nos objetivos, sem querer mascarar o intuito social para não desagradar aos ricos, o candidato do PSOL demonstrou que os demais presidenciáveis tem propostas próximas e que portanto somente ele poderia ser considerado de esquerda. Saiu como o grande vencedor, mas esperemos os resultados nas pesquisas, que em minha opinião não refletirá, pois a população não está apta a receber e discutir no nível do sociólogo. O que provavelmente só lhe renderá votos nas classe mais ligada as universidades.
Como sabemos que é uma utopia esperar que o representante mais próximo do povo chegue a um provável segundo turno, então nos concentremos numa proposta mais moderada que é a do PT de Dilma (13). Diga-se de passagem, que foi bastante atacada no debate pelo candidato do PSDB/DEM, José Serra, que na ausência do que falar colocou a APAE como filha desamparada do Governo Lula - Ora, vai tomar banho Serra! Falar em APAE quando seu partido massacrou com os trabalhadores por oito anos!?
A candidata Marina Silva, quase que pede voto no ar para a candidata Dilma. Encheu de elogios, e combinou assuntos. Passa logo pro lado dela, assim termina logo no primeiro turno.
Demonstrando firmeza ao lado das causas sociais e clareza nos objetivos, sem querer mascarar o intuito social para não desagradar aos ricos, o candidato do PSOL demonstrou que os demais presidenciáveis tem propostas próximas e que portanto somente ele poderia ser considerado de esquerda. Saiu como o grande vencedor, mas esperemos os resultados nas pesquisas, que em minha opinião não refletirá, pois a população não está apta a receber e discutir no nível do sociólogo. O que provavelmente só lhe renderá votos nas classe mais ligada as universidades.
Como sabemos que é uma utopia esperar que o representante mais próximo do povo chegue a um provável segundo turno, então nos concentremos numa proposta mais moderada que é a do PT de Dilma (13). Diga-se de passagem, que foi bastante atacada no debate pelo candidato do PSDB/DEM, José Serra, que na ausência do que falar colocou a APAE como filha desamparada do Governo Lula - Ora, vai tomar banho Serra! Falar em APAE quando seu partido massacrou com os trabalhadores por oito anos!?
A candidata Marina Silva, quase que pede voto no ar para a candidata Dilma. Encheu de elogios, e combinou assuntos. Passa logo pro lado dela, assim termina logo no primeiro turno.
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